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Uma mulher na cama com um vibrador na mão pronta para se masturbar na idade que já tem menopausa

Bem-Estar na Menopausa: A Pesquisa do Instituto Kinsey sobre Masturbação e Alívio de Sintomas

14 de novembro de 2025 Por host

A menopausa é uma fase natural na vida de toda mulher, marcada por uma série de mudanças hormonais que podem trazer consigo sintomas desafiadores, como ondas de calor, insônia, ansiedade e fadiga. Embora existam diversas abordagens para gerenciar esses sintomas, uma pesquisa recente do renomado Instituto Kinsey da Universidade de Indiana trouxe à luz uma estratégia surpreendente e eficaz: a masturbação. Este estudo inovador sugere que a autoestimulação pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar significativamente a qualidade de vida durante a perimenopausa e pós-menopausa.

Neste texto, vamos explorar os detalhes dessa pesquisa, seus resultados e o que eles significam para milhões de mulheres que buscam alívio e bem-estar.

1. O que é a pesquisa do Instituto Kinsey?

A pesquisa em questão é um estudo conduzido pelo Instituto Kinsey, uma instituição de pesquisa de renome mundial afiliada à Universidade de Indiana, conhecida por seus estudos aprofundados sobre sexualidade humana. Este estudo específico focou na relação entre a masturbação e a melhora dos sintomas da menopausa. A descoberta central e mais impactante foi que 92,9% das mulheres participantes relataram uma melhora em pelo menos um sintoma da menopausa através da prática da masturbação. O estudo foi realizado entre abril e agosto de 2025, marcando um avanço significativo na compreensão das estratégias de autocuidado para a saúde feminina.

2. Como foi realizado o estudo?

O estudo foi desenhado para observar os efeitos da masturbação regular nos sintomas da menopausa. Ele envolveu um grupo de 66 mulheres, com idades variando entre 40 e 75 anos, provenientes de 28 estados diferentes dos Estados Unidos. Todas as participantes estavam em fases de perimenopausa ou pós-menopausa, garantindo que os resultados fossem relevantes para mulheres que já estavam experimentando as mudanças hormonais e sintomas associados a essa transição. Para padronizar a experiência e potencialmente intensificar os resultados, as participantes utilizaram brinquedos sexuais fornecidos pela marca Womanizer, que também atuou como patrocinadora da pesquisa. A observação dos sintomas e a coleta de dados ocorreram ao longo de um período de quatro semanas, durante o qual as mulheres foram encorajadas a praticar a autoestimulação.

3. Quais foram os principais resultados?

Os resultados da pesquisa foram notavelmente positivos e encorajadores. O dado mais expressivo é que 92,9% das mulheres participantes experimentaram uma melhora em pelo menos um de seus sintomas da menopausa após apenas quatro semanas de prática regular de masturbação. Além das melhorias nos sintomas específicos, o estudo também revelou um aspecto importante sobre a percepção e o conhecimento das mulheres: 90% das participantes afirmaram que praticariam a masturbação com maior frequência se tivessem conhecimento prévio desses benefícios. Isso aponta para uma lacuna significativa na educação sobre saúde sexual e menopausa. Outro dado relevante e preocupante é que apenas 3% das mulheres relataram ter ouvido sobre os benefícios da masturbação para a menopausa em consultas médicas, destacando a necessidade de um diálogo mais aberto e inclusivo nos ambientes de saúde.

4. Que sintomas da menopausa foram mais aliviados?

A pesquisa identificou melhorias em uma variedade de sintomas da menopausa, mas alguns se destacaram com reduções particularmente significativas. Os três sintomas que apresentaram as maiores melhorias foram:

  • Descanso: 50% das mulheres relataram sentir-se menos cansadas, indicando uma melhora substancial na qualidade do sono e nos níveis de energia.
  • Ansiedade: 42% das participantes sentiram-se menos ansiosas, sugerindo que a masturbação pode ser uma ferramenta eficaz para o manejo do estresse e da saúde mental durante a menopausa.
  • Suores Noturnos: 33% das mulheres experimentaram uma redução nos suores noturnos, um dos sintomas vasomotores mais incômodos da menopausa.

Esses resultados demonstram o potencial da masturbação como uma intervenção não farmacológica para aliviar alguns dos sintomas mais prevalentes e perturbadores da menopausa.

5. Por que a masturbação ajuda na menopausa?

A ciência por trás dos benefícios da masturbação para a menopausa reside na liberação de hormônios e neurotransmissores durante o processo de excitação e orgasmo. A autoestimulação, especialmente quando culmina em orgasmo, provoca a liberação de:

  • Ocitocina: Conhecida como o “hormônio do amor” ou “hormônio do vínculo”, a ocitocina tem efeitos calmantes, reduz o estresse e a ansiedade, e pode promover uma sensação de bem-estar e relaxamento.
  • Endorfinas: São os analgésicos naturais do corpo, que também atuam como elevadores de humor. A liberação de endorfinas pode ajudar a aliviar dores, melhorar o humor e contribuir para uma sensação geral de euforia e relaxamento.

Esses efeitos hormonais e neurológicos podem diretamente combater os sintomas da menopausa, como a ansiedade, a insônia e a fadiga, ao promover um estado de relaxamento e bem-estar.

6. Qual é o papel do orgasmo nos resultados?

O orgasmo desempenha um papel crucial na intensificação dos benefícios observados na pesquisa. Embora a excitação por si só já possa liberar alguns hormônios benéficos, o clímax do orgasmo é o momento de maior liberação de ocitocina e endorfinas. Essa “onda” hormonal é o que maximiza os efeitos terapêuticos. A ocitocina, em particular, tem um papel importante na regulação do sono e na redução do estresse, enquanto as endorfinas contribuem para a sensação de alívio e bem-estar. Portanto, buscar o orgasmo durante a masturbação parece ser um fator chave para otimizar o alívio dos sintomas da menopausa.

7. Quanto tempo leva para ver resultados?

De acordo com a pesquisa do Instituto Kinsey, as participantes começaram a sentir melhorias nos sintomas da menopausa após apenas quatro semanas de prática regular de masturbação. Este é um período relativamente curto, o que sugere que os benefícios podem ser percebidos rapidamente com a consistência. É importante notar que a experiência individual pode variar, mas a pesquisa oferece uma linha do tempo encorajadora para quem busca alívio. A regularidade e a atenção ao próprio corpo são provavelmente fatores importantes para a rapidez e a intensidade dos resultados.

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8. Por que os médicos não falam sobre isso?

A pesquisa revelou que apenas 3% das mulheres ouviram sobre os benefícios da masturbação para a menopausa em consultas médicas. Essa estatística alarmante aponta para várias questões:

  • Tabu e Estigma: A sexualidade feminina, e a masturbação em particular, ainda são temas cercados por tabus e estigmas sociais, mesmo em ambientes médicos.
  • Falta de Educação Médica: Muitos profissionais de saúde podem não ter recebido treinamento adequado sobre a sexualidade feminina e suas nuances, incluindo o papel da autoestimulação no bem-estar.
  • Foco em Soluções Farmacológicas: A medicina moderna muitas vezes prioriza intervenções farmacológicas ou terapias de reposição hormonal para tratar os sintomas da menopausa, negligenciando abordagens de autocuidado e bem-estar sexual.
  • Desconhecimento da Pesquisa: A falta de divulgação e conhecimento sobre estudos como o do Instituto Kinsey entre a comunidade médica também contribui para essa lacuna.

É fundamental que haja uma mudança de paradigma, incentivando um diálogo mais aberto e a inclusão da saúde sexual como parte integrante do cuidado holístico da mulher na menopausa.

9. Essa prática é segura durante a menopausa?

Sim, a masturbação é uma prática geralmente segura e natural em qualquer fase da vida, incluindo a menopausa. Não há evidências de que a autoestimulação cause danos ou efeitos adversos. Pelo contrário, como demonstrado pela pesquisa, ela pode trazer benefícios significativos para o bem-estar físico e mental.

Alguns pontos a considerar para uma prática segura e confortável:

  • Higiene: Se estiver usando brinquedos sexuais, certifique-se de que estejam limpos para evitar infecções.
  • Lubrificação: A secura vaginal é comum na menopausa. O uso de lubrificantes à base de água pode tornar a experiência mais confortável e prazerosa.
  • Conforto: Ouça seu corpo e explore o que lhe traz prazer e relaxamento.

Em caso de dúvidas ou preocupações específicas sobre sua saúde sexual ou menopausa, é sempre recomendável conversar com um profissional de saúde. No entanto, a masturbação em si é uma forma de autocuidado segura e benéfica.

10. Como incorporar isso na rotina?

Incorporar a masturbação na rotina de autocuidado durante a menopausa pode ser uma jornada de autodescoberta e empoderamento. Aqui estão algumas dicas:

  • Priorize o Autocuidado: Encare a masturbação como uma parte legítima e importante do seu regime de bem-estar, assim como exercícios ou meditação.
  • Crie um Ambiente Agradável: Encontre um momento e um local onde você se sinta segura, relaxada e sem interrupções.
  • Explore e Experimente: Não há uma “maneira certa” de se masturbar. Experimente diferentes toques, ritmos e, se desejar, brinquedos sexuais (como os usados na pesquisa) para descobrir o que lhe proporciona mais prazer e alívio.
  • Conecte-se com Seu Corpo: Use este tempo para se reconectar com sua sensualidade e com as sensações do seu corpo, que podem ter mudado durante a menopausa.
  • Seja Consistente: A pesquisa sugere que a regularidade é chave para obter os benefícios. Tente incorporar a prática algumas vezes por semana, ou conforme se sentir confortável.
  • Mantenha a Mente Aberta: Desfaça-se de quaisquer preconceitos ou culpas associados à masturbação. Lembre-se de que é uma prática saudável e natural que pode melhorar sua qualidade de vida.
  • Visite sex shop e conheça novos tipos de brinquedos para a masturbação. Eles ajudam a chegar no orgamos mais rápido.

A pesquisa do Instituto Kinsey oferece uma perspectiva empoderadora para as mulheres na menopausa. Ao abraçar a masturbação como uma ferramenta de bem-estar, é possível não apenas aliviar sintomas incômodos, mas também fortalecer a conexão com o próprio corpo e a própria sexualidade, promovendo uma transição mais suave e prazerosa para esta nova fase da vida.

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